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First started teaching at the age of 12, football tactics among friends, moving on to coaching volleyball teams, then digging deep into Human nature through Yoga and finally through TM.

Turned into language teaching through TEFL and for the past 22 years have been developing and implementing training systems in the Portuguese real estate industry, blending both together, and helping non-speakers in their plight to learn the professional jargons that make up real estate activities in Portugal.

segunda-feira, janeiro 02, 2006

Re: Egi-Learning, um exemplo a seguir

Gostaria de pensar mais transversalmente, pois acabo por abarcar (como muitos) várias gerações, o que me dá para pensar:


Os meus Pais (professor universitário ele; mestrado pela universidade aberta inglesa ela);
Os meus filhos (21, 16, 11 e 10 e agora 2 anos) na óptica da empresa Future Kids e na sua própria óptica.


São casos de sucesso, diferentes do que pude ler neste debate, mas que também contam a meu ver na evolução da e-Formação.
A geração dos meus Pais, sobretudo a minha Mãe, na condição em que chegou a Portugal nos anos 50 (Era proibido amamentar; tinha-se de ter ume empregada vinha do norte de 13 anos residente em casa; Minha Mãe não podia passear comigo em Alcântara; As mulheres só vestiam de preto - coisas assim...), que teve de lutar para se emancipar e conseguiu via a universidade aberta e aos 60 anos realizar o que aqui em Portugal (já chegados os anos 90) não podia por causa da língua e outros preconceitos. A universidade aberta, por via do correio electrónico e uso dos seus sites, apoiados pela documentação em suporte de papel, abriu-lhe o mundo e harmonizou a sua relação com a sociedade em que vive. Hoje é contadora de histórias da Câmara Municipal de Oeiras. Outra história interessante em si.


Mas o que me toca mais e daí ser um caso de sucesso (mais empresarial do que formativa quiçá) é o do Future Kids.
Sendo que os meus filhos cresceram nas mudanças - desde a bela máquina de escrever que ainda tenho, passando pela automática com fita, derrapando no meu velho LC da Mackintosh que um dia valerá também o seu dinheiro, os primeiros Pentiums (exigência do mercado de trabalho a que fui obrigado, pois sempre fui Mack-fanático) até este portátil que o mais novo chegou graça de entornar leite sobre ele - E SEMPRE, mas sempre todos eles absorveram a tecnologia como se já no seu código genético estivesse escrito como usar as teclas, o rato, ligar e desligar. Há uma naturalidade neles espantosa.


Se por um lado, a Future Kids soube agarrar esse mercado ( e em Lisboa, alguns dos meus filhos nela andaram e pude verificar isso), , por outro estamos na nossa relação de adultos com a e-Learning um pouco como eu estive quando em Coimbra visionei o filme "Alien" pela primeira vez: Naquele momento em que o actor vê o esqueleto do extraterrestre sentado e espreita para dentro dele... E ZÁZ!... Lá se vai o nosso sossego para o resto do filme.
Há medida que se vão renovando as gerações cada vez mais a "luva" que agora chamamos de e-Learning se tornará um quotidiano intrínseco e natural dessa gentinha que são o Gonçalo (10), o William (11) e o Carlos (2).


Daí ter já falado (no fórum e-Learning e Gestão de Conhceimento) do tal "gap" - Fosso terrivel que já nos coloca na nossa democracia mansa nos tempos indos dos Romanos e dos Gregos, sobretudo estes: Cidadãos da República e os outros...

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